O caminhos que eu escolhi

 

Estar no mundo sem ser do mundo. Significa que eu procuro ver minha vida de uma grande altitude, como uma espécie de paisagem e, com uma profunda ideia de conexão entre todas as partes onde eu também estou inserida.
Me sinto desperta e viva e quero – e espero – no tempo atingir novos níveis de entendimento e compreensão de mim e do mundo ao meu redor, isso envolve audácia, clareza, simplicidade, alguma boa diversão e algumas tolices também, os velhos medos do mundo... e uma certa irritabilidade surge no processo do despertar (aquele ranço que carrega toda uma humanidade). 
Neste momento o julgamento é uma grande armadilha do ego, devo ficar atenta (porém sem tensão) pois é ai que eu começo a entornar o caldo e quando dou conta... tô com o dedo em riste na cara da sociedade! julgar julgar julgar!
Muito Calma nesta hora! e vale recordar: AUDÁCIA, CLAREZA, SIMPLICIDADE.
Minha zona de conforto e meus escudos desaparecem neste caminho (não sem sofrimento, confesso) já que desapegar é sempre complicado,  mas a vida vai ficando mais leve, porque desaparecem também as pessoas esquisitas,  a bobajada humana (ufa)!  e o caminho vai ficando mais leve.
A grande sacada da brincadeira: não ofenda, não confunda, evite os joguinhos. e evitar o que não é essencial.
Viver é lembrar e esquecer de si o tempo todo, eu sei eu sei eu sei...
Mas estar no caminho já faz um bem enorme :)) 



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