Sampa gera Sampa devora

Chuvas, trovoadas e tanto sol, imenso sol.
E assim tem sido, esse vai pra lá vem pra cá intercalado com momentos de prazeres, de cansaço, de respostas sem muitas perguntas coerentes, de curiosidades saciadas, de cultura, de fantasia rasgada, de caminhar na estrada mais reta, mais fácil, de adaptações delicadas, de saudades do ventu suli.
...
Momento sem muita firula, fazendo o que o posso da forma que posso e que gosto. 
Fazendo o que é preciso fazer. 
Realizando pequenos sonhos, tocando no imponderável e vivendo um dia e uma noite atrás do outro. 
Notícias ladicá.









 cedo, bem cedo, primeira aula na quarta-feira (28/02) Renata e Maria Constança fazem poesia na janela

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