mesa carretel


Achei uma mesa! a loja de material de construção na esquina de casa deixou no pátio por dias seguindos este carretel, eu passava e paquerava, hoje fui lá fazer o resgate! 
Nem muito alto nem muito largo, achei bacanudo para uma mesinha de centro. Agora é lixar sem descaracterizar, envernizar sem muito brilho, encaixar rodinhas e pronto.

30/01/2012

Observando a vida



28 e 29 de janeiro de 2012.


Querido diário, foram tantas as brincadeiras, os desafios, as sensações... mas a nenhuma delas eu rotulei, nomei ou me desendentifiquei, não me dividi entre o que sou e o que se passa fora de mim, uma sutil mas completa integração com tudo que estou vivendo estes dias vem acontecendo de uma forma mais simples. O "você é aquilo, ou você é isso" vem desaparecendo a medida que não mais nomeio o que sinto ou o que sou. 

Acho que finalmente entendi o que sempre leio em meus textos filosóficos: " O observador é diferente da coisa que ele observa? Só é diferente enquanto ele lhe dá um nome; mas se você não dá um nome, o observador é o observado." O nome, o termo, só atua para dividir. E aí você tem que batalhar com aquela coisa. Mas se não há divisão, se há integração entre o observador e o observado, não há sofrimento.

Quando você é capaz de olhar uma coisa sem nomear, então, certamente, essa coisa é você mesmo. Então você chegou a esse ponto, quando você não está mais nomeando a coisa da qual você tem medo, então você é a coisa. Quando você é a coisa, não há problema, há?

Lembrando que este final de semana foi de veludo.  Mais livre dos achismos começo a semana nesta vibe boa.


Vamos?

passa em casa!?

Já fiz tanta coisa esses dias que meu braço gritou aquela tendinite brava!
cozinhei muito, fiz coisas simples, coisas elaboradas, com preguiça, por desejo, fiz coisas que não queria mas era preciso.

tem fotos aqui 

(25/01/2012 feliz aniversário sampa querida)

Neverland

Cada vez mais procuro ser coerente e objetiva em minhas frases e abordagens de assuntos nas redes sociais. As "polêmicas" geradas a partir de uma programaçāo de tv, de uma frase aleatória sem substância e coerência, por pessoas que se julgam inteligentes e formadoras de opiniāo, são desconfortáveis e desnecessárias de compartilhar, curtir ou ler.

O internauta social se distância cada vez mais da possibilidade real em usar estes veículos para seu próprio desenvolvimento. A boa leitura, a clareza de pensamento, a diversāo saudável que poderíamos compartilhar está manipulada por uma quantidade de pessoas com preguiça de pensar, que escrevem qualquer coisa e, que adormecidas "curtem" frases feitas sem nenhum efeito.
O mundo virtual hoje, é terra de ninguém. Que tipo de afinidade podemos ter com quem cola, copia e transforma em principal assunto da semana os assuntos mais grotescos e inúteis? Nāo podemos culpar a ninguém e a nenhum tipo de mídia por nossas próprias escolhas, por nossos próprios pensamentos. Se é que temos algum ainda. Antes de apertar o botāo da palavra curtir, bloquear e compartilhar, podemos em 140 caracteres ou nāo, escrever o que verdadeiramente sentimos e pensamos. Sem medo, sem desconforto, com doses de gentileza, humor e sinceridade.

Um grupo social, virtual ou nāo, nāo pode esquivar-se da coerência, de discussões necessárias e inteligentes, do humor e da franqueza nas relações a qual se propõe. O que deve ser cultivado, nessas terras tāo áridas é a autênticidade de ações e palavras. E, para quem nāo tem interesse, o silêncio será compreendido.

Vera Souza, dando duro para dizer o que pensa e Ser o que quer.

meu oráculo sertanejo

Invejo é a instrução que o senhor tem.Eu queria decifrar as coisas que são importantes. E estou contando não é uma vida de sertanejo, seja se for jagunço, mas a vertente, queria entender do medo e da coragem, e da gã que empurra a gente para fazer tantos atos, dar o corpo ao suceder. O que induz para más ações estranhas, é que a gente está pertinho do que é nosso, por direito, e não sabe, não sabe! 
(Riobaldo  Grandes Sertões Veredas) 




Rosa é meu mestre e palavras não me faltarão!

Coisas que não posso esquecer


As verdades e as mentiras não disputam mais pelo mesmo espaço.
Luz e sombra conversam tranquilamente no sofá.
Livres de validades, os prazos, as dívidas, as dúvidas, os contratos, os créditos, e as senhas saem batendo asas.
Um velho segredo é descoberto dentro da gaveta, outro mais novinho, sorri maroto no fevereiro da agenda. 


monja coen

roteirinho de bolso

domingo 15/01/2012

e terminei a sexta feira com um chopp na calçada (praia de paulista) entre tantas possibilidades que esta terra oferece, tô mesmo optando pelo simples, o mínimo de carro, a quitanda ou super mais próximo, cinema de bike ou a pé, comida simples e boa, de buteco ou não, aquela chegada até a feira do parque agua branca para garantir uma cesta de orgânicos.

apesar de tantas ofertas (loja de rua, shopping, bazar) ter um guarda roupa desentulhado faz minha cabeça,
ouvir muito, falar pouco... teatro, música, show.

ainda não montei meu canto e nem fiz meus contatos, mas para breve Véia da Teia estará desfilando com fé por aqui.

fiz meu primeiro passeio até o Ibira, do apê até lá são 20 minutos, depois caminhei mais 1 hora e meia, fazendo fotos e curtindo os paulistas se exercitarem na garoa.

contei que meus vizinhos de janela são bem velhinhos? tem uma que até fiz uma foto fofa, ela costurando no quartinho, tem outra que tem 2 gatos e um cachorro quase caindo aos pedaços.


o prédio é bem o que eu queria também, situado num bairo que tem T.U.D.O e, de onde posso ir a pé ou de bike para a paulista, pinheiros, jardins, metrô e ônibus quase na porta, o zelador super gente boa e vizinhos que seguram a  porta do elevador pra você entrar e ainda apertam o botão do seu andar (pisc) a garagem é pequena mas ninguém se estressa por isso...
ah, já tenho uma gaveta da bagunça no armário da cozinha #significa


enfins...
a única certeza que tenho é que tudo pode mudar a qualquer momento.

D. E. S. A. B. R. O. C. H. A. R

pois então, nem vou contar em detalhes da primeira semana de perrengue (horas esperando "os moços" instalarem; fogão, geladeira, internet... entregarem; isso e aquilo e etc e tals.


os primeiros dias de chegada são sempre esquisitos, cansativos e interessantes. Muitas caixas e muito  improviso, dose de ansiedade e tal. Mas no fim (espero que tenha sido hoje, sexta-feira 13) parece que tudo deu certo só que ao contrário paf!
posso calçar o tênis, desfranzir a testa, e caminhar no ibirapuera? ehhhhhhhhhh! ou calçar o chinelão botar um shortinho e sair pruma breja gelada? quem sabe um cineminha na paulista? 


volá! depois conto.



hã? oi? hein?

primeiro bolo de 2012

abacaxi tava lá reinando mau humorado no meio da fruteira,
abacaxi na fruteira é tão vistoso né? mas tá, chegou a hora dele.
dei um google numa receita, ingredientes a mão, forno aceso e a chuva caindo lá fora...
chá e bolo prontos, ficou bom viu.
cineminha e depois uma soneca com bons sonhos.

quer fazer? receita aqui

tropeços

paguei calcinha, paguei peitinho, fiz menino ficar feliz, quebrei cadeira, luxei o pé, tá bom pro primeiro café da manhã do ano?