pequenas coisas me abalam

... o açúcar dos quadradinhos de abóbora pro Chá de Cora Coralina sabe? então... o açúcar cristal teima em derreter e os quadradinhos insistem em ficar moles...

a valsinha do filme


filme indicado pelo victor


traduzir é tão pouco

Deixe-me cantar uma valsa para você
Vinda de lugar algum, vinda dos meus pensamentos
Deixe-me cantar uma valsa para você
 

Sobre essa única noite
Você foi para mim, aquela noite

Tudo aquilo que eu sonhei na vida
Mas agora você se foi, você se foi para longe
 

No caminho para sua ilha de chuva
Foi para você apenas coisa de uma noite

Mas você foi muito mais para mim
Apenas para você saber

Eu ouvi rumores sobre você

Sobre todas as coisas ruins que você faz
Mas quando nós estivemos juntos a sós
Você não pareceu um jogador

Eu não ligo para o que eles dizem

Eu sei o que você significou para mim aquele dia
Eu apenas queria outra tentativa
Eu apenas queria outra noite
Mesmo que isso não pareça nada correto
Você significou para mim muito mais
Do que qualquer outro que eu encontrei antes

Apenas uma única noite com você, pequeno Jesse

Vale milhares com qualquer outro

Eu não tenho amargura, meu querido

Eu nunca vou esquecer essa coisa de uma noite
Mesmo amanhã, em outros braços
Meu coração será seu até eu morrer

Deixe-me cantar uma valsa para você

Vinda de lugar algum, vinda dos meus pensamentos
Deixe-me cantar uma valsa para você
Sobre essa lindo amor de uma noite só

palavras soltas

sonhos, sensação de algo perdido, acordei cedo, agora me arrasto.

os barcos não saem da baia


a pesca da tainha começou em 15 de maio, mas até agora o que se viu nas comunidades pesqueiras de bombinhas foram os barcos na areia, e muita conversa de pescador...
peixe? eu vi uns poucos...espero que essa maré alta, esse mar bravo, passe logo e que todos pescadores tenham uma temporada produtiva.
Estas fotos do sábado e do domingo, são de Canto grande e Zimbros (baía de dentro)  o mar por aqui normalmente é calmo e a tainha não entra, por isso em dias de sul intenso eles se recolhem nesta baía pra cuidar dos barcos, remendar redes, e jogar conversa fora.
As poucas tainhas que a gente encontra estão na peixaria mesmo, da mão de pescador eu ainda não comprei ou ganhei nenhuma. Ontem fiz  e comi minha primeira tainha escalada da temporada, temperei  com quase nada de sal e um tico de alho, fio de azeite... o limão a parte só pra um leve tempero depois que ela assar, e foi assim o domingo, pedaladas pela cidade, visitas as comunidades, as praias e por fim tainha escalada e caipirinha.





Teia Nhanduti

Na próxima semana começam as aulas de crivo que eu gosto tanto lá no engenho do sertão mas o que eu tenho prazer em ver, tocar e aprender  é Nhanduti, e este blog pra mim é uma referência! a visita ao site é uma aula de história sobre este tipo de renda, sobre economia solidária, comportamento ético na web, preço justo, identidade de produto...







minha fase francesa....

sou fã de Audrey Tautou acho que já assisti a todos, ou quase todos os filmes que ela fez....Coeur de cible, instituto de beleza Vênus, bem me quer mal me quer, eterno Amor, bonecas russas, meninas moleques, coisas belas e sujas, o fabuloso destino de Amélie Poulin é, falta alguns, lembra daquela moça que contracenava com o Tom Hanks em Código da Vinci? lembrou? é ela, Audrey Tautou!

Uma história pra contar outra...

A confusão começa quando eu vou baixar no vuze o filme com a Audrey, Coco antes de Chanel (Coco Avant Chanel/Coco Before Chanel) de Anne Fontaine...


Eu sou uma pessoa que vai pouco ao cinema, e que pega os filmes na locadora beeeeem depois que todo mundo viu, e que agora entrou na onda de baixar filme pelo vuzeeu vejo filmes depois que eles ganharam seus milhares de dólares, daí que não me importo muito se ele tem uma boa uma má crítica, se ele está batendo recordes no cinema e tals, eu pego filme pelo meu estado de paixão, de desejos, por conta de uma certa música ou certo ator/atriz...

Bom, daí que eu baixei a minissérie ou telefilme Coco Chanel com a Barbora Bobulova e a Shirley MacLaine, Malcolm McDowel, e o lindão Olivier Sitruk "o milionário inglês Arthur Boyle é tu-do no filme",  achando que estava baixando Coco Antes de Chanel com a Audrey...

Mas agora eu vôfala, esse filme/minissérie que os puristas acham que nada tem a haver com a Coco Chanel ou que é uma versão distorcida do "verdadeiro" filme de Anne Fontaine e justo este me deixou com um nó na garganta, a fotografia do filme é linda, os dois atores gatos, e tem aquelas coisas de mulherzinha né? 

Disputa de amores, flertes com o guarda roupa masculino, muita ralação de costura...ideais, desejos, uma paixão forte, amizades verdadeiras.

Tem pouco de Coco Chanel nesta história, não mostra muito como Coco era sofisticada e visionária e excêntrica, ou o pq. dela usar e gostar de preto (ícone inventado por ela: o vestidinho preto), ou a história o casaco  do tailleur tweed debruado, ou ainda pq. ela fazia coleções de roupas tão parecidas com as roupas militares...

É um "filme" mais hollywoodiano do que francês, mas enfins, seja lá como for, eu curti! eu viajei no filme mesmo, e filmes estão ai pra isso né? fazer a gente viajar...

Sem desmerecer o filme de Anne Fontaine, mas foi a minissérie/dvd dirigida pelo canadense Christian Duguay que me encantou, e encantamento é assim, tipo, como explicar?

(Post confuso a parte, fica a dica do filme e da minissérie e já engatando na minha fase francesa tô baixando o filme Edith Piaf pra ver de novo.)

 

(versão TV/DVD/FILME...)



A teia da lã merino


Bem, até o fio chegar aqui na roça foram muitos emails, e bate-papo virtuais, e dicas e...
então a caixa com a encomenda chega em casa!
A hora de pegar este fio na mão foi chegando de mansinho, eu queria sentir a maciez a história, o calor do fio em minhas mãos, e o que fazer? tear!? por mais óbvio que pareça a resposta foi: não, ainda. No tear vai ficar lindo mas eu queria pegar o fio na mão, sentir a textura, o fio cru, sem pigmentação, e no tear eles iriam logo para as navetes. Mas, uma tecelã só podia tecer, certo? certo.

Foi ai que eu lembrei do meu tear circular, ou knit loom e assim, eu teria o fio na mão e estaria tecendo ao mesmo tempo. Claro que antes eu ainda fiz um pequeno teste no tricô para sentir a maciez do fio escorregando na agulha, mas como tecer é lei por aqui, vou terminar esta peça, que será uma gola solta e depois vou fazer um teste no tear de alto liço.

Mas a real intenção de comprar este fio, foi mesmo a de fazer uma ponte entre meu trabalho como tecelã e a economia solidária/ sustentabilidade familiar e social, praticar o comércio justo e solidário, que é uma forma de produção, consumo e distribuição de riqueza (economia) centrada na valorização do ser humano e não do capital, não só do capital!  é claro que eu pretendo vender as peças que crio, e claro que o meu produtor também, mas sem explorar ninguém, sem querer levar vantagem, sem destruir o meio ambiente.

Bom eu ficaria aqui neste papo tardes a fora, falando do meu desenvolvimento, do valor justo, da trama justa e etc...mas o tempo "avonça", fica aqui um bocadinho do papo que eu e a Andréia trocamos virtualmente...

 "Oii Vera, só para complementar nosso assunto a nossa fazenda esta localizada na reserva ambiental APA do Ibirapuita.Na fazenda o lixo e recolhido e carregado para cidade para container apropriados e,as embalagens são lavadas e devolvidas nas veterinarias( medicacão bovina e ovina) e o tratamento quem faz é meu esposo e um funcionario, "quando encontramos alguém que goste", porque trabalhar com ovelha não cabe a vagabundo,rsrs ( eu adorei essa parte) caso contrário reúne-se a familia e todos auxiliam como podem.Claro que a "Esquila e Comparsa" grupo de homens que realizam este trabalho. Na outra semana terei fotos e te enviarei.Abracos Andrea-espero que com estas dicas agregue mais conhecimento sobre a nossa la.ok...."

(Andréia, se tu não enviar essas fotos eu vou até a La Roca hein? :)



e um pouco do que as meninas do super ziper trocaram com ela:

 "...Ela conta que, juntamente com o marido, cria 2.000 ovelhas das quais 400 carneiros merino australiano. " O processo é o seguinte: retiramos a lã das ovelhas, selecionamos e mandamos para o lanifício onde é lavada, penteada e fiada. A lã merino é difícil de encontrar no Brasil porque os lanifícios exportam toda a produção para Europa e Estados Unidos. Os fios são feitos na roca de pedal, um trabalho 100% manual feito por um grupo de fiadeiras de Rosário do Sul e Porto Alegre. "  via super ziper
O quilo dos fios custa R$ 90,00 e os novelos de 100g saem em média R$ 9,00 /cada.
O quilo da mecha de fibra para fiar (antes de virar fio) sai R$ 50,00. (consulte antes ok?)

Se alguém tiver interesse no merino da Andrea o email para contato é andreairion@hotmail.com  - La Roca Fios Artesanais de Rosário do Sul-RS
 

* Lã (Wool): É a tradicional lã de carneiro, que pode ser de diferentes raças. A Merino, por exemplo, é uma raça de carneiro nobre, que oferece uma fibra super fina, térmica e macia. Um ponto negativo é que as peças de Merino têm uma certa tendência formar bolinhas com o atrito. Mesmo assim recomendo, eu tenho um suéter de merino que adoro pois é muito macio e confortável de usar. (trecho de pesquisa do super ziper)


"Obrigadas meninas do super ziper! sempre postando ideias novas, pruma véia como eu :) "







de comer de lembrar

ontem eu fiz o pão da tia-madrinha :)
a casa se encheu de recordações e cheiros e risos e uma saudade tão boa de mim mesma, de uma menina que vivia grudada na barra da madrinha, e uma madrinha muito muito especial, que nunca me julgou ponto.
Uma madrinha que sempre me recebe com carinho e alegria tão dela, tão de boa!
O bacana é que quando eu a encontro parece que a gente se viu ontem mesmo, não há 1 ano ou 5 anos, uma madrinha que já passou por tantas armadilhas do destino... e continua ali, feliz, costurando, batendo perna, jogando conversa fora com as vizinhas, apostando na vida, dando aulas, cuidando de todo mundo, outro dia quando fui visita-la, ela estava na beira da pia, lavando, cortando, conversando... eu prestei bem atenção naquele quadro, enquanto ela fazia o bife enrolado de panela...tão prática, tão simples, botando a fofoca em dia, conversando sobre assuntos fortes de nossa família, abraçando uma neta que entrava, conversando com o "loro"  e lá, cozinhando o cotidiano, delícia de ver!
Eu ontem, enquanto eu seguia a receita dela, do pão de linguiça na forma de bolo (que cá pra nós, não é muito uma receita, é mais um modo de fazer...) ontem, eu segui feliz lembrando, rindo, sentindo, e agora, pensando bem eu ando tão parecida com essa minha madrinha querida!



manda a vaca pro brejo!

Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre. Ao se aproximarem, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada. Naquela área desolada, sem plantações nem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:

– Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?

– O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento – disse o chefe da família – Ela nos dá leite, que bebemos e também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.

O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:
– Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá para baixo.

O discípulo não acreditou.

– Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!

O sábio, como convêm aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:

– Vá lá e empurre a vaca no precipício.

Indignado, porém resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.

Alguns anos se passaram e durante esse tempo o arrependimento nunca abandonou o discípulo. Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira. Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou. O que teria acontecido com a família? Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade. Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá há alguns anos.

– Claro que sei. Você está olhando para ela – disse o caseiro, apontado as pessoas ao redor da churrasqueira.
Incrédulo, o discípulo afastou-se do portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:

– Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?

O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:

– Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas, um dia, ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhores do que antes.


eu curto essa ;)

forma sem conteúdo

Falar, fazer, escrever, sobre coisas e pessoas, mas não curtir, não se envolver, é ter forma sem conteúdo.

Não ir fundo naquilo que se faz, pode comprometer a si mesmo e outro de uma forma desagradável e superficial, muitas vezes é uma viagem sem volta, uma passagem para o vazio e sombrio mundo dos que "tudo vêem e nada fazem, ou dos que fazem por que tem-que" uma passagem que até garante uma vaga num banco confortável, porém, uma viagem solitária "onde ver pela janela", é tudo o que somos e tudo o que podemos ser!

Tenho procurado escrever aquilo que eu vivencio e aquilo que eu acredito, mesmo que "coisas, pessoas e fazeres, durem um segundo, um dia, uma semana, um mês em minha vida, não importa! eu me entrego pra'quilo em que eu gosto e assumo tudo em torno disso.

Por que eu tenho certeza, que nada precisa ser banal, significado é a gente quem dá!





Ps1.: Põe quanto és, no mínimo que fazes
.

Ps2.: Deus mora nos detalhes
.

Boaenteada, boadrasta :)

o fato é que a gente se curte :D
e ela trouxe pra nós (pãe e boadrasta) um bouquet guarni! tão fresco e perfumado, colhido da hortinha caseira que ela cuida com carinho e capricho.
As delicadas folhinhas do manjericão foram direto pra nossa massa do domingo, a rúcula fico delícia com um molhinho de mel e mostarda...
Como não mar? ❤

Quintal da vizinha é assim...






vizinha que chega timidamente, e quando viu tá lá, rindo, desfiando conversa, contando fofoca, bisbilhotando o quintal todinho...
vizinha que entra por uma porta e sai pela outra
tem vizinha que espiou só do muro
tem vizinho que veio só perguntar: - Aqui vende vaso?
tem quem sentou e ali ficou ficou e ficou
tem vizinha que a gente esperava e não veio
tem quem veio só no finalzinho
e quem tirou da sacola lãs e agulhas de tricô e não largou mais
tem vizinha que vendeu
teve quem trocou
quem ouviu
quem contou
quem brincou muito
quem só olhou desconfiado
quem entrava e saia toda hora
e a oficina dentro do quintal sorria feliz, com seus bonecos pendurados, sua luz própria,
sua simplicidade
o aconchego nos pequenos cantos
o cachorro pequeno que mordiscava os sapatos do brechó da Maria
um gato na cadeira de balanço
as vizinhas se encontrando pela primeira vez

e foi sendo assim o nosso primeiro bazar
teve quentão, vinho quente, bala de canela e de café
rodando entre as vizinhas, uma menininha feliz dentro de um casaco rosa e um engenheiro no torno de cerâmica...
luz de vela, luz do dia, que entre a chuva e sol trazia pra dentro do quintal surpresa e expectativa! quem vem lá? quem virá? o que será?

foi simples e foi bom do começo ao fim.
Quintal de roça, quintal de praia é assim.

Faça suas próprias etiquetas :)


Desde que vi esse tutorial aqui não me contive e danei-me a fazer as minhas próprias etiquetas!
e isso já vai 1 ano.
Dia desses, resolvi publicar um foto no flickr, dai em diante foram emails, perguntinhas, do como, qdo, e se... etc e tals que resolvi dá um pitaco de como eu faço seguindo o tutorial...

Com o tempo eu fui anchando meus truques pra minha etiqueta sair bacanuca! Tente é legal.

Ampliem a foto para ver o " fio" que na real é uma fita de algodão, que em qq. bazar tu encontra, ou em loja de embalagens.

Depois digite a tua marca diversas vezes num programa Word ou illustrator, como se fosse imprimir um texto numa folha A4 normal, só que tens que mudar para "espelho", siga o tutorial patchwork pottery, dá pra entender direirinho.

Eu só consegui fazer espelho no programa illustrator não me pergunte pq...o Word pra mim é um mistério :(

Faça uma primeira impressão num papel A4 normal pra ver se "sai espelho" e se a impressão está bacana.

Daí então use o seu precioso papel transfer: Joga no google que vai aparecer montes deles.
Eu uso um de marca: A&K Bright Transfer (para impressoras jato de tinta ou de cera) que transfere bem p/ tecidos brancos ou de cor clara composto de 100% algodão ou poli-algodão.

O segredo de tudo depois da impressão, é cortar com tesoura o papel tranfer onde vc. imprimiu a sua marca, etiqueta por etiqueta, fixar uma a uma na fita com o ferro beeeeeeeeeem quente! as primeiras ficam feias esquisitas, depois tudo rola... (esse papo de uma a uma é puro zelo meu tá? dá pra tirar de 4 a 5 etiquetas juntas! depois com mais prática.)

(Passe a fita, coloque a etiqueta-tranfer e passe o ferro novamente, fique com o ferro uns segundos, a fita que era branca começa a ficar opaca, as vezes transparente, assim ela foi transferida para a fita devidamente! retire a película do transfer ainda quente.)

Quanto mais quente mais fácil de tirar a película de proteção do papel e mais fixada fica a marca, sem aquele "goma plástica" feinha.

o papel transfer não gosta de estilete

Ui, será que deu pra alguém entender? :)


* plantão postagem informa: esta postagem poderá sofrer modificações a qualquer segundo!

cansaço e muito assunto...

pra compartilhar, pra acrescentar, pra somar, quer dar um pitaco?
passa por aqui ó: Engenho do Sertão - Oficina do Pano ou por aqui pra espiar

:)

#ficadica: El Secreto de sus Ojos


Pitadas sutis de comédia e romance porém o suspense policial consegue criar momentos bem interessantes ao longo do filme.
"Subversivos são mais perigosos do que estupradores e assassinos"...

make it sunday

coisinhas para o bazar no quintal da vizinha :)

Por que a gente cansou de espiar a vizinha pelo muro!


Nos vamos fazer nosso Primeiro Bazar de quintal na casa da vizinha!

Aderindo as ideias boas que surgem no mundo virtual, juntamos umas comadres da roça-praia e vamos fazer nosso primeiro bazar no quintal!

E agora nós vamos juntar as panelas, fazer escambo, comer uns quitutes, ler poesia, fazer a unha... tudo vai ser uma surpresa! até para nós, mas garanto que vai ser divertido.

Dá uma passadinha por lá ;)


DIA 08/05
depois das 13 hs.
Rua Alda Tavares Matias, 288
Porto Belo/SC
Oficina da Patrícia Estivalet (a vizinha!)