(bolerão) tá tubo muito bão, tá tudo muito bem...

mas, tô achando que todos a minha volta estão trabalhando demais, cansados demais, sérios demais... uma disputa de quem acordou mais cedo, quem ralou mais, quem fez mais, quem disse tudo que precisava dizer e ponto, quem não tem mais tempo pra isso ou aquilo... quem só fala o que precisa, ou o que o outro espera que se fale. Na bôua? isso me cansa, é chato! é egóico, é ficar dando voltas atrás do próprio rabo, desnecessário e sem graça.

Eu quero o riso, quero rir com o outro, quero rir de mim, quero simpatia, quero leveza, espero isso de mim, gosto de ver leveza no outro.

Gosto demais do riso frouxo, gosto da pessoa mais humana, que paga mico, que erra o português, que fala cantando, que viaja pacas quando fala...


Gosto de andar na rua e ver gente rindo, num tem jeito, minha cabeça se volta naturalmente pra ver de onde vem o riso.
Gente que consegue rir, gargalhar, de certeza por minutos esqueceu tudo, todas a inhacas da vida, e eu bocó que sou adoro ouvir um riso genuíno!

Minha mãe dia desses teve uma crise de riso, num parava mais... ela olhava para minha irmã e simplesmente não se continha! ria muito, até perder o fôlego e até contagiar quem estava na roda, daí que tem uma hora que nem importa mais o motivo do riso, mas a gargalhada em si!
e quando você olha, todo mundo tá rindo junto, num é ótimo?

Aqui em casa a gente ri o tempo todo, de si mesmo, do outro, de coisas que lemos e ouvimos do mundo, eu sou bem palhaça embora tímida e acho que rir ainda é um bom remédio! é onde eu me solto, onde eu sou.

Ps: escrevi pq. senti que por aqui em Bombinhas no inverno, que por ai no mundo virtua, as pessoas riem pouco e se levam muito a sério! blé.


quando tudo que eu gosto vai se alinhavando

se você clicar em cada um deles você irá mais além...

justa trama : É a marca da cadeia ecológica do algodão solidário, da qual participam trabalhadores(as) organizados(as) que integram empreendimentos da economia solidária. São homens e mulheres agricultores, fiadores, tecedores, coletores e beneficiadores de sementes e costureiras. A associação e cooperativas cobrem todos os elos da cadeia do algodão - do plantio à roupa. Quem está neste processo de produção é também o proprietário da marca.

ecotecendo: O Instituto Ecotece é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP - fundada em 26 de Setembro de 2005.
Sua proposta é vestir com a consciência de que a vida é um tecido: tudo e todos são como fios que se conectam. O bem que praticamos em nosso pequeno mundo tem reflexo em todo o Universo.

fio nobre: Atender aos consumidores preocupados com a sustentabilidade socioambiental, atuando nas áreas de confecção e têxtil, acessórios, artigos de moda e funcionais utilizando como matéria-prima algodão orgânico.

faces do brasil : Uma plataforma constituída por importantes atores do movimento do Comércio Justo e Solidário brasileiro, entre ONG’s, articulações de produtores e representantes governamentais, que atua desde 2002 com a missão de fomentar a construção do comércio justo e solidário, como instrumento de uma economia inclusiva, solidária e sustentável.

rts
: Tecnologia Social compreende produtos, técnicas e/ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e que represente efetivas soluções de transformação social.

tem também um site bacana, com dicas verdes: o guia verde

por que uma coisa leva a outra que leva a outra que leva...


vamos por partes...

eu já tenho os bilros, o cartão, os fios, falta só embarcar numa viagem pra Alcaçuz cidade de nome doce...

eu gosto é do prato fundo!

cumbuca
tigela
caldeirão
cuia
pote
cuieté
gamela
pirex
cabaça
bacia
ramequim
de
plástico
barro
argila
vidro
porcelana
cerâmica



tradição é legal


Esqueça a coisa toda que inventaram, principe x cinderela...Mas não deixe de acreditar no homem e na mulher!
Estreite a relação entre as famílias, registre o momento, "pré ocupe-se" em receber a todos com carinho e atenção, comemore esse ritual, celebre o momento, é um jeito bacana de comemorar uma nova união, e vou dizer, ainda é emocionante ver a cena! casar não saiu de moda, tradição é tradição! alegria emoção e cansaço! afê.



Eu pus os meus pés no riacho. E acho que nunca os tirei.

Tá, que todo mundo riu quando eu citei esse trecho da música do Roberto Carlos...
isso, dito assim, de surpresa, na mesa de um bar, com um copo de cerveja na frente é altamente comprometedor! ou no mínimo engraçado, mas o que não deu pra explicar naquele momento, o que ficou no ar, além das risadas, claro! foi esse meu sentimento, de que eu sempre estou ao lado da minha família, de que 1, 5, 6, 7 ou 10 anos sem vê-los é nada, absolutamente nada, comparado a uns dias de momento de risadas, momentos de genuína e expontânea convivência como esses
que rolaram nos últimos dias...

E eu vou logo avisando, se você conseguir chegar até a fonte, ou pelo menos até ao meio da sua história pessoal, sem julgar o certo ou errado, rindo de si mesma, divertindo-se pelo caminho, logo vai ver que ela, a sua vida, a vida deles/delas é o que tinha de ser!



(pés no rio Tietê, eu juro!)



E agora meus queridos, no aconchego da minha casa, eu novamente brindo a vida, meus amigos e minha família, que tudo salva, que tudo abala.

(a turma de araçatuba)


(a de sp)



todos juntos
(shitara, lili e billy, falta o Tor, a minha gatinha... sempre falta um né?)

Dudu imbatível nos seus primeiros passos!




querido diário...

Adoro o interior de São Paulo, a cidade de Araçatuba é gigante comparada ao minha minúscula península, praça, comida boa, butecos, reencontro com a família! e muitos japoneses, uia!

segunda-missoshiro


pra espantar o frio, acalmar os ânimos, acalentar o corpo e trazer serenidade.






e humor, porque eu sou uma pessoa que precisa de humor.