eu perguta à ele: i ai pai, tão bão? 
ele respondia: tô pra morrer! 
e a gente morria de rir juntos, humor negro ou seja lá o que for, só sei eu ainda dou boas risadas quando lembro disso.
Outra coisa que ela falava: o fulano de tal fechou o paletó, ou foi dessa pra melhor, ou ainda e pior, já foi tarde! 
Ele podia falar assim dum amigo, um parente ou um irmão, e eu ria, ria muito, dessas bobagens, dessas piadas que ele dizia, sem ofender, sem querer magoar. Difícil é quando eu deixo uma dessas asneiras escapar e ninguém te entende, e ter que explicar é um saco.

Viagem pra São Paulo: peguei gripe, troquei fralda, levei guri no Mc, fui na vinte e cinco de março, andei de metro.

Tomei uma bomba pra gripe melhorar, mas ela "invés" de sair entrou, tô intupida!
garganta arranhada por um gato, o corpo dolorido, surrado, aquela sensação de quem escalou uma montanha no final de semana sem nenhum preparo físico sabe? daí que na segunda tem que sair da cama 6 horas da manhã, e batata da perna dói muito, o quadril solto na carne, a mão dói, o cabelo dói!
Eu queria ficar na cama tomando chocolate quente e comendo tostines salgada com requeijão.

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